Ementário das disciplinas

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

1ª PERÍODO

Espanhol Instrumental I
Leitura e compreensão de textos gerais e especializados na área de informação.

Bibliografia básica:
BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda; BALBAS, Marcial Soto.  Dicionário espanhol-português, português-espanhol. São Paulo: FTD, 1999.
MARIA MILANI, Esther. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva, 2006.
SANCHEZ, A.; SARMIENTO, R. Gramática Básica del Español. Norma y uso Madrid, SGEL, 2006.
DIAZ, Diaz; TALAVERA, García. Dicionário Santillana. São Paulo: Santillana, 2006.

Evolução do Pensamento Científico e Filosófico
Natureza da filosofia. Evolução do pensamento filosófico e científico. A questão do ser A questão do agir. Ética: conceito. Filosofia da ética. Ética profissional. O agir eticamente.

Bibliografia básica:
COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia, Saraiva, 2005.
NETO, João Augusto Mattar. Filosofia e Ètica na Administração 1º ed. São Paulo, Brasil ed. Saraiva 2005.
CHAUI, Marilena de Souza. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo, São Paulo, Brasil: Ática, 2002.

Língua portuguesa: redação e expressão I
Desenvolvimento da capacidade de leitura, de análise e de produção textual a partir de elementos constitutivos do texto, bem como de suas relações entre estrutura, coesão, argumentação e o tipo do autor, observando-se as novas gramaticais vigentes.

Bibliografia básica:
CARRAHER, David W. Senso crítico: do dia-a-dia às ciências humanas. São Paulo,
Pioneira, 1983.
BASTOS, Lília da Rocha. [et. Al]. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 4. ed. rev. amp. Rio de Janeiro, LTC,1995.CUNHA, Celso, CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporãneo. Rio de
Janeiro, Nova Fronteira, 1985.
FAIRCLOUGH, N. Discourse and social change. London, Longman, 1992.
FARACO, C. A., TEZZA, C. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes.
Petrópolis, Vozes, 1992.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, Vozes, 1988.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 4. ed. São Paulo, Ática, 1997. (Série Princípios, 206).
FIGUEIREDO, Luiz Carlos. A redação pelo parágrafo. Brasília, Editora Universidade de
Brasília, 1995.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 13. ed. Rio de Janeiro, Fundação
Getúlio Vargas, 1986.
HALLIDAY, M. A. K. , HASAN, H. Language, context and text: aspects of language in a
social-semiotic perspective. 3rd. ed. Oxford University Press.
KOCH, Ingedore G.V. Argumentação e linguagem. 3. ed. São Paulo, Cortez, 1993.
KRESS, G., van LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. London,
Routledge, 1996.
PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 9. ed. São Paulo, Pioneira, 1986.
PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo, Ática, 1995.
TERRA, Ernani, NICOLA, José de. Guia prático de ortografia. São Paulo, Scipione, 1996.

Introdução a Ciência da Informação
Teoria geral de sistema. Teoria da Informação. Fundamentos teóricos de aspectos que interferem na produção, comunicação e absorção da ciência, tecnologia, cultura e arte, no seu conceito mais amplo e em áreas especificas de atuação (centros de informação e cultura). A sociedade de informação e o processo de automação em museus, bibliotecas e arquivos: impactos e novas estruturas.

Bibliografia básica:
BARRETO, Aldo Albuquerque. A questão da informação. São Paulo em Perspectiva, v.8, n.4, p.3-8, out./dez. 1994. http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v08n04/v08n04_01.pdf
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento: de Gutenberg a Diderot. Rio de Janeiro: Zahar Ed, 2003.
CAPURRO, Rafael. & Hjorland, Birger. O conceito de informação. Perspectivas em Ciência da Informação, v.12, n.1, 2007. Disponível em: http://www.eci.ufmg.br/pcionline/
GONZALEZ DE GOMEZ, M. Nelida: Informaacao e Conhecimento/Ciencia da Informacao: v.13,n.2,p.107/114, julho-Dezembro, 1984.
GUINCHAT, C. & MENOU, M. Introdução Geral as Ciências e Técnicas da inform. doc: Brasília/DF/Brasil. IBICT/Tradução de Miriam Vieira da Cunha
Edição: 2a/540 p. 1994.
LE COADIC, Yves-Francois. A ciência da informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
McGARRY, Kevin. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília; Briquet de Lemos, 1999.

História da Cultura e dos Registros do Conhecimento
Introdução às teorias da cultura. Cultura na sociedade antiga, média e contemporânea.
A informação como base do processo cultural. As instituições de informação como agências de produção e transmissão cultural. Perspectiva histórica dos registros da informação. Espaços de comunicação e da cultura, das primeiras formas à atualidade. Produção atual dos registros do conhecimento. Informação como componente histórico-social. Cultura da informação na sociedade pós-industrial. Estrutura de poder e sociedade de massa. Informação, sociedade e cidadania inter-relações. Ação cultural do profissional da informação no processo de mudança social.

Bibliografia Básica:
BORNHEIM, Gerd. A propósito da história de uma vida: o livro. In: O lugar do livro hoje.
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2000. p. 37-44.
BELO, André. O que é a história do livro e da leitura? In: História & livro e leitura. Belo
Horizonte: Autêntica, 2002. p. 37 – 70.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Ed. UNESP,
1998.
__________. Formas e sentido – cultura escrita: entre distinção e apropriação. Campinas: Mercado das letras, 2003.
__________. A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. Brasília: UnB, 1999.
SAMPSON, Geoffrey. Sistemas de escrita: tipologia, história e psicologia. São Paulo: Ática, 1996.
BARATIN, Marc & JACOB, Christian (org.). O poder das bibliotecas: a memória dos livros no ocidente. Rio de Janeiro: UFRJ, 2002.
MOMENTOS do livro no Brasil. São Paulo: Editora Ática, 1996.
BOWMAN, Alan K. Cultura escrita e poder no mundo antigo. São Paulo: Ed. Ática,1995.
MORRISON, Ken. Cultura, pensamento e escrita. São Paulo: Ed. Ática, 1995.
OLSON,David. Cultura escrita e oralidade, Ed. Ática.

Introdução à Informática
Hardware, sistemas operacionais. Softwares básicos e aplicativo: recuperação de textos, gerenciamento de textos, arquivamento de imagens, multimídia, hipertexto. Planilhas eletrônicas.

Bibliografia básica:
CORNACHIONE, J. R., Edgard B., Informática para áreas de contabilidade, administração e economia. São Paulo, Atlas, 1998.
GREC, W. Informática para todos. São Paulo, Atlas, 1997.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro, Campus, 1999.
GIL, Antônio de L. Qualidade total em informática. São Paulo, Atlas, 1999.
LAPPONE, Juan Carlos, Excel e cálculos financeiros: introdução a modelagem financeira. São Paulo, Lappone, 1999.

Métodos e Técnicas de Pesquisa de Pesquisa bibliográfica
O campo científico. Design de pesquisa. Aplicação de métodos quantitativos em biblioteconomia e ciência da informação. Análise de dados quantitativos. Aplicação de métodos qualitativos em biblioteconomia e ciência da informação Análise de dados qualitativos. Elaboração de Projeto de pesquisa.

Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa participante. 2. Ed. SP: Brasiliense, 1991.
CYRANKA , Lúcia F. de Mendonça e SOUZA, Vânia Pinheiro de. Orientações para Normalização de Trabalhos Acadêmicos. 2. ed. Juiz de Fora: EDUFJF, 1996.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. SP: Atlas, 1996.
HIRANO, Sedi (Org.). Pesquisa Social e planejamento. 2. Ed. São Paulo: T. A. Queiroz, 1988.
IANNI, Octávio. Os Horizontes do Pensamento. In: A SOCIEDADE GLOBAL. 6. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998, p.p. 165/182.
LAGNEAU, Gérard. A sociologia da publicidade. São Paulo: Cultrix, 1981.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 3. Ed. SP: Atlas, 1991.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2. ed. SP: Atlas, 1994.
SARMENTO (Org.) Walney Moraes. Problemas de Metodologia nas Ciências Sociais. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1989.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 3. ed. São Paulo: Editora Autores Associados, 1986.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 21. Ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

2ª PERÍODO

Estatística Aplicada
Estatística descritiva e social. Levantamento estatístico. Introdução à amostragem.
Organização e apresentação de dados estatísticos. Integração dos procedimentos estatísticos à pesquisa científica e ao processo de tomada de decisão. Bibliometria.

Bibliografia básica:
BUFREM, Leilah Santiago; ALENCAR, Maria Cleofas Faggion.  Análise de citações das pesquisas em informação do Brasil e Espanha entre 1993/1998.  In: XIX Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.  Porto Alegre: UFRGS, 2000.
Disponible em <http://dici.ibict.br/archive/00000772/01/T120.pdf>.  Último acesso em 27/06/2007.
FONSECA, Edson Nery. Bibliometria: teoria e pratica. São Paulo: Cultrix, 2000, 144 p.
GUSMÃO,  Regina.  Indicadores  de  cooperación  internacional  y  políticas  r egionales  de C&T:  la  implicación  de  los  países  latinoamericanos  en  los  programas  europeos  de cooperación  con  terceros  países.  In: IV  Taller  Iberoamericano/Interamericano  de Indicadores de Ciencia y Tecnología, Méx ico, 12-14 julio, 1999, 28 p.
MEADOWS, Arthur  Jack. A comunicação científica. Brasília: Briquet de Lemos, 1999, 268 p.
MENEGHINI,  Rogério.  Avaliação  da  produção  científica  e  o  projeto  SciELO. Ciência da Informação, Brasília, v. 27, n. 2, pp. 219-220, 1998.
MUGNAINI,  Rogério;  JANNUZZI,  Paulo  Martino;  QUONIAM,  Luc  Marie. Indicadores bibliométricos da produção  científica brasileira: uma análise a partir da base Pascal. Ciência da Informação, Brasília, v. 33, n. 2, pp. 123-131, 2004.

Fontes de informação I
Fontes de informação conceitos, histórico, objetivos e funções. Controle Bibliográfico
Universal e no Brasil. Classificação das fontes de informação. Tipologia e natureza das fontes de informação impressa, eletrônica e multimeios.

Bibliografia Básica:
CALDEIRA, P. T. Guias de referência. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.4, n.2, p.242-263, set. 1975.
CAMPELLO, B. S.; CALDEIRA, P. T.; MACEDO, V. A. A. (Orgs.). Formas e expressão do conhecimento: introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Escola de
Biblioteconomia da UFMG, 1998.
CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. V.; KREMER, J. M. (Orgs.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
CAMPELLO, B. S. ; MAGALHÃES, M. H. A. Introdução ao controle bibliográfico.
Brasília: Briquet de lemos/ Livros, 1997.
CAMPOS, C. M., CALDEIRA, Paulo da Terra. Bibliografia especializada corrente no Brasil: três décadas de descontinuidade. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte: v.17, n.2, p.188-213, set. 1988.
CARVALHO, M. L. B. Índice de citação: uma revisão da literatura. R. Esc. Bibliotecon.
UFMG, Belo Horizonte, v.2, n.2, p.207-217, set. 1973.
CENDÓN, B. V. Ferramentas de busca na Web. Ci. Inf. Brasília, v.30, n. 1, p.39-49, jan./abr. 2001.
CUNHA, Murilo Bastos. Bases de dados no Brasil: um potencial inexplorado. Ci. Inf. Brasília, v.18, n.1, p.45-57, jan./jun. 1989.
CUNHA, Murilo Bastos. Controle bibliográfico da literatura científica e tecnológica no Brasil. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.6, n.1, p.23-30, 1977.
CORDÓN GARCÍA, J. A. ; LÒPEZ LUCAS, J.; VAQUERO PULIDO, J. R. Manual de investigación bibliográfica y documental: teoria e práctica. Madrid; Pirámide, 2001.
GOMES, H. E. O ensino da bibliografia. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.5,
n.1, p.93-104, mar. 1976.
MONTALLI, Kátia Maria Lemos; CAMPELLO, Bernadete dos Santos. Fontes de informação sobre companhias e produtos industriais: uma revisão de literatura. Ci.Inf. , Brasília, v.6, n.3, p.321-326, set./dez. 1997.
PAIM, I. O ensino da bibliografia especializada. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.12, n.2, p.233-249, set. 1983.
SANTOS, M. V. R. A norma como fonte de informação bibliográfica. Ci. Inf., Brasília, v.1, n.2, p.23-30, 1982.
SCHLIE, T. W. A utilização da informação sobre patentes em países em desenvolvimento. Ci. Inf., Brasília, v.6, n.2, p.55-58, 1977.
SILBERGER, Kathryn Kemp et al. Obras de referência: subsídios para uma avaliação criteriosa. Florianópolis : Ed. UFSC, 1990. 280p.
TORRES RAMÍREZ, I. Las fuentes de información: estudios teórico-prácticos. Madrid: Sintesis, 1999.
VILLARES, C. A. Utilização de bases de dados na Biblioteca Central da UnB. R. Bibliotecon. Brasília, Brasília, v.17, n.1, p.73-83, jan./jun. 1989.

Lógica Aplicada à Documentação
Visão histórica da lógica. Lógica: Introdução. Objeto, definição e divisão da lógica. Os princípios lógicos. Analítica formal do juízo. Analítica do raciocínio. Conjunto e álgebra booleana.

Bibliografia básica:
BARBETTA, Pedro Alberto. Estatística: aplicada às ciências sociais. 5ª ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
MENDELSON, Elliott. Álgebra Booleana e Circuitos de Chaveamento. São Paulo. Ed Makro Book.
ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Editora Nobel, 2002.
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e álgebra Boole. São Paulo: Editora Atlas, 1990.
EDERTON, H.B.A Mathematical Introduction to Logic, Academic Press, 2201.
GALLIER, J.H, Logic for Computer Science: Fooundation fo Automatic Theorem Proving, Wiley, 1987.
NOLT, Jonh; ROHATYN, Dennis. Lógica. São paulo: Makron Books, 1991.
SOARES CORRÊA DA SILVA, Flávio. FINGER, Marcelo. CRISTINA VIEIRA DE MELO, Ana. Lógica para Computação. São Paulo: Editora Thompson, 2006.

Língua portuguesa: redação e expressão II
Linguagem, língua e comunicação. O ato de narrar, relatar e argumentar. Tipologia e estrutura do texto narrativo e argumentativo: aspectos morfossintáticos pertinentes a estas habilitações. Correção gramatical de textos e sua adequação à estitilistica dos meios de comunicação jornalísticos. O texto jornalístico e de divulgação: natureza, estrutura e características.

Bibliografia Básica:
CARRAHER, David W. Senso crítico: do dia-a-dia às ciências humanas. São Paulo, Pioneira, 1983.
CERVO, A.L., BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo, Makron Books, 1996.
BASTOS, Lília da Rocha. Et. Al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 4. ed. rev. amp. Rio de Janeiro, LTC,1995.
CUNHA, celso, CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporãneo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.
FAIRCLOUGH, N. Discourse and social change. London, Longman, 1992.
FARACO, C. A., TEZZA, C. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes. Petrópolis, Vozes, 1992.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, Vozes, 1988.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 4. ed. São Paulo, Ática, 1997. (Série Princípios, 206).
FIGUEIREDO, Luiz Carlos. A redação pelo parágrafo. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1995.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 13. ed. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1986.
HALLIDAY, M. A. K. , HASAN, H. Language, context and text: aspects of language in a social-semiotic perspective. 3rd. ed. Oxford University Press.
KOCH, Ingedore G.V. Argumentação e linguagem. 3. ed. São Paulo, Cortez, 1993.
KRESS, G., van LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of visual design. London, Routledge, 1996.
PENTEADO, J. R. Whitaker. A técnica da comunicação humana. 9. ed. São Paulo, Pioneira,1986.
PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. São Paulo, Ática, 1995.
TERRA, Ernani, NICOLA, José de. Guia prático de ortografia. São Paulo, Scipione, 1996.

Teoria da Ação Cultural
Sociedade e cultura no Brasil. Políticas de cultura no Brasil. O Sistema de produção cultural. O consumo cultural. Sociedade de massa, cultura e informação. Modalidades da produção cultural. Unidades de informação, comunicação e cultura. Biblioteca e política cultural. A Biblioteca no circuito cultural do Estado. Biblioteca, educação formal e educação informal. Centro de cultura. Biblioteca e ação cultural. Da conservação à geração de bens culturais. A formação de um público. Modalidades de relacionamento com a comunidade.

Bibliografia Básica:
BAUMAN, Zygmunt: Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editoras, 1999.
Cadernos de Memória Cultural 4. Ano 06, nº 4, 1998.
CANCLINI, Nestor. Consumidores e cidadãos. Rio de janeiro, UFRJ, 1996.
COELHO, Teixeira. Dicionário Crítico de Políticas Culturais. São Paulo, Ed. Iluminuras,
1997.
__________. Usos da Cultura: políticas de ação cultural. Paz e Terra, 1986.
COELHO, Teixeira. Guerras Culturais. São Paulo: Iluminuras, 2000.
FARIA, Hamilton. Olhando para o Século XXI: Cultura e Governo Sustentável. nº 17, 1994.
MENDONÇA, M. Lei de Incentivo a Cultura: uma saída para a arte. São Paulo: Carthago Forte, 1994.
MICELI, Sérgio. Estado e Cultura no Brasil. Paz e Terra, 1984.
MILANESI, Luiz. A Casa da invenção centros de cultura: um perfil. São Paulo: Edições Siciliano, 1991.
MIRANDA, Jair. Estudos de Viabilidade de projetos culturais: Os exemplos que vêm da Lapa. Dissertação de mestrado da Uni-Rio, 1995.
MOISÉS, José Álvaro e BOTELHO, Isaura (org.). Modelos de Financiamento da Cultura.Rio de Janeiro: FUNARTE, 1997.
RIBEIRO, Darcy. Política Cultural no Rio de Janeiro. In: Revista do Brasil. Ed. Especial, 1986.
WEFFORT, F. e SOUZA, M. Um Olhar sobre a cultura brasileira. Rio de Janeiro: Funarte,1998.

Sociologia Geral
Os primeiros grupos sociais, a formação da sociedade, as ciências sociais. Origem histórica e conceitual da sociologia, as principais vertentes sociológicas: Auguste Comte, mile Durkheim, Karl Marx e Max Weber. As instituições e os processos de socialização. A Sociologia como Ciência Social: objeto, método, relações com os demais ramos do conhecimento..Controle social e movimentos sociais. A sociologia da comunicação.

Bibliografia Básica:
MARTINS, C. B.. O que é Sociologia. São Paulo, Brasiliense, 1988.
CASTRO, ª M. & DIAS, E. F.. Introdução ao Pensamento Sociológico. Rio de Janeiro, Eldorado, 1977.
MOYA, C.. Imagem Crítica da Sociologia. São Paulo, Cultrix, 1970. (Capítulo I: “O Positivismo e as Origens da Sociologia).
MILLS, W.. A Imaginação Sociológica. Rio de Janeiro, Zahar, 1980. (Capítulo I: “A Promessa”).
BERGER, P.. Perspectivas Sociológicas. Petrópolis, Vozes, 1986. (“A Sociologia como Forma de Consciência”).
LUKES, S. In: Cohn, G (org.). Para Ler os Clássicos. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1977.
DURKHEIM, E.. As Regras do Método Sociológico. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1987.
DURKHEIM, E.. Sociologia e Filosofia. São Paulo, Ícone, 1994.
DURKHEIM, E.. Formas Elementares da Vida religiosa. São Paulo, Paulinas, 1989.
ARON, R.. As Etapas do Pensamento Sociológico. São Paulo, Martins Fontes/Ed. UnB, 1987.
WEBER, M.. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo, Livraria Pioneira,1989.
GERTH, h. h. & MILL, W.. In: Weber, M.. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro, Zahar, s/d.
WEBER, M.. Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro, Zahar, s/d.
WEBER, M.. Economia e Sociedade. Vol 1. Brasília, Ed. UnB, 1994.
HOLANDA, S. B.. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 1992.
DAMATTA, R.. A Casa e a Rua. Rio de Janeiro, Guanabara, 1991.
DAMATTA, R.. Carnavais, Malandros e Heróis. Rio de Janeiro, Guanabara, 1990.
SOUZA, J.. O Malandro e o Protestante. Mimeo: Trabalho apresentado no XX Encontro da ANPOCS. Caxambu, 1996.
ARAÚJO, C. E. P.. A Percepção da Diferença numa Sociedade Relacional: Anotações sobre o Caso Brasileiro. Mimeo: Trabalho apresentado no XXI Encontro da ANPOCS. Caxambu, 1997.
MOISÉS, J. A.. Os Brasileiros e a Democracia. São Paulo, Ática, 1995.
COHN, G.. Sociologia da Comunicação: Teoria e Ideologia. São Paulo, Livraria Pioneira
Editora, 1973.
COHN, G.. Comunicação e Indústria Cultural. São Paulo, Cia Editora Nacional & Ed. USP, 1971.
LIMA, L. C.. Teoria da Cultura de Massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990

Espanhol Instrumental II
Leitura e compreensão de textos gerais e especializados na área de informação.

Bibliografia básica:
BECKER, I. Manual del español. São Paulo: Nobel, 1999.
CONCHA, Moreno & TUTS, Martina. El español en el hotel. Sociedade general española de libreria, S.A. Sgel Madrid,1997.
JIMENEZ, F. P.; CÁCERES, M. R. Vamos a hablar: curso de lengua española. 16.ed. São Paulo: Ática, 2000. 4v.

Teoria da Comunicação
Comunicação, ideologia e poder. O objeto da comunicação, as contribuições interdisciplinares. As diversas abordagens e vertentes teóricas em comunicação. Elementos de interpretação de discurso. Globalização, comunicação e consumo. Comunicação, imaginário e subjetividade. Estetização da realidade. O impacto das novas tecnologias no comportamento e na sensibilidade. Conceitos e tendências em comunicação contemporânea.

Bibliografia Básica:
COHN, G. (org.) Comunicação e indústria cultural. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1978.
DE FLEUR, M. e BALL-ROKEACH, S. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1993.
FREITAG, B. A teoria crítica: ontem e hoje. São Paulo, Brasiliense, 1990.
LIMA, L.C. (org.) Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1982.
MAFFESOLI, M. A contemplação do mundo. Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1995.
MATTELARD, Armand e Michèle. História das Teorias da Comunicação. Porto: Campo das Letras, 1997.
BAUDRILLARD, J. Simulacros e simulação. Lisboa, Relógio D’Água, 1991.
CANCLINI, Néstor García. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1995.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
HARVEY, D. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1989.
KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Bauru, SP: Edusc, 2001.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.
MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: Ed. Senac São Paulo, 2001.
MAFFESOLI, M. A contemplação do mundo. Porto Alegre, Artes e Ofícios, 1995.
MATTELART, Armand. A globalização da comunicação. São Paulo: EDUSC, 2000.
MORAES, Denis. Planeta mídia: tendências da comunicação na Era Global. Campo Grande: Letra Livre, 1998.

3ª PERÍODO

Fontes de informação II
Natureza dos suportes informacionais nas áreas educacional, social, empresarial, tecnológica e científica avaliação, busca e recuperação.

Bibliografia Básica:
CALDEIRA, P. T. Guias de referência. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.4, n.2, p.242-263, set. 1975.
CAMPELLO, B. S.; CALDEIRA, P. T.; MACEDO, V. A. A. (Orgs.). Formas e expressão do conhecimento: introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Escola de
Biblioteconomia da UFMG, 1998.
CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. V.; KREMER, J. M. (Orgs.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
CAMPELLO, B. S. ; MAGALHÃES, M. H. A. Introdução ao controle bibliográfico.
Brasília: Briquet de lemos/ Livros, 1997.
CAMPOS, C. M., CALDEIRA, Paulo da Terra. Bibliografia especializada corrente no Brasil: três décadas de descontinuidade. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.17, n.2, p.188-213, set. 1988.
CARVALHO, M. L. B. Índice de citação: uma revisão da literatura. R. Esc. Bibliotecon.
UFMG, Belo Horizonte, v.2, n.2, p.207-217, set. 1973.
CENDÓN, B. V. Ferramentas de busca na Web. Ci. Inf. Brasília, v.30, n. 1, p.39-49, jan./abr. 2001.
CUNHA, Murilo Bastos. Bases de dados no Brasil: um potencial inexplorado. Ci. Inf. Brasília, v.18, n.1, p.45-57, jan./jun. 1989.
CUNHA, Murilo Bastos. Controle bibliográfico da literatura científica e tecnológica no Brasil. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.6, n.1, p.23-30, 1977.
CORDÓN GARCÍA, J. A. ; LÒPEZ LUCAS, J. ; VAQUERO PULIDO, J. R. Manual de investigación bibliográfica y documental: teoria e práctica. Madrid; Pirámide, 2001.
GOMES, H. E. O ensino da bibliografia. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.5, n.1, p.93-104, mar. 1976.
MONTALLI, Kátia Maria Lemos; CAMPELLO, Bernadete dos Santos. Fontes de informação sobre companhias e produtos industriais: uma revisão de literatura. Ci.Inf., Brasília, v.6, n.3, p.321-326, set./dez. 1997.
PAIM, I. O ensino da bibliografia especializada. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v.12, n.2, p.233-249, set. 1983.
SANTOS, M. V. R. A norma como fonte de informação bibliográfica. Ci. Inf., Brasília, v.1, n.2, p.23-30, 1982.
SCHLIE, T. W. A utilização da informação sobre patentes em países em desenvolvimento. Ci. Inf., Brasília, v.6, n.2, p.55-58, 1977.
SILBERGER, Kathryn Kemp [et al]. Obras de referência: subsídios para uma avaliação criteriosa. Florianópolis: Ed. UFSC, 1990. 280p.
TORRES RAMÍREZ, I. Las fuentes de información: estudios teórico-prácticos. Madrid: Sintesis, 1999.
VILLARES, C. A. Utilização de bases de dados na Biblioteca Central da UnB. R. Bibliotecon. Brasília, Brasília, v.17, n.1, p.73-83, jan./jun. 1989.

Administração
Conceitos básicos de administração. Teoria Geral da Administração e tendências das teorias da administração. Teorias Organizacionais. Evolução do pensamento administrativo. Perfil do Administrador. Os desafios da administração contemporânea. Etapas de estudo das organizações. Análise da estrutura organizacional. Técnicas de análise e racionalização do trabalho. Técnicas de elaboração de manuais e normas de procedimento. Ergonomia nas organizações.

Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books, 1997.
__________. Administração Teoria, Processo e Prática. São Paulo: Makron Books, 1997
DRUCKER, P. F. 50 casos de Administração. São Paulo: Pioneira, 1993.
HAMPTON, D. R. Administração Contemporânea: teoria, prática e casos. São Paulo:
McGraw Hill, 1992.
LODDI, J. B. História da Administração. São Paulo: Pioneira, 1993.
MAXIMIANO, A. C. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 1997.
MOTTA, P. R. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Rio de Janeiro: Record, 1996.
MOTTA, P. Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
NADLER, D. A. [et al]. Arquitetura Organizacional: a chave para a mudança empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 1993.

Introdução ao Tratamento Temático da Informação
Noções sobre teoria do conceito. Teorias das classificações facetadas e hierárquicas. Análise temática: conceito e etapas (Norma Técnica). Processo de análise Documentária.

Bibliografia básica:
BOTELHO, Deyse Enne. Disseminação da Informação I. Manaus: Univ. do Amazonas/Depto. Biblioteconomia, 1996. (notas de aula).
GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade; tradução de Raul Fiker. São Paulo: Editora da Universidade Paulista, 1991. (biblioteca básica).
GUIMARÀES, José Augusto Chaves. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. In: Encontro de dirigentes dos Cursos Superiores de Biblioteconomia dos Países do Mercosul, 1996, Porto Alegre. Porto Alegre: ABEDB, 1996.
IANNI, Octavio, 1926, 3.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.  228p.
LABOURDETTE, Maria Cristina Santos. Realidades contextuales de la formación de los profisionales de la información em América Latina y Cuba. Ciencias de la Información, Havana, v.24,n.1, mar. 1993.
MONLEVADE, João. Educação pública no Brasil: contos & de$conto$, Ceilândia-DF.: Idéia Editora, 185p. 1997.

Introdução aos Estudos Literários
O texto literário. O conceito de arte. Conceitos fundamentais. Relações entre ficção e realidade. A questão dos gêneros literários. A intertextualidade. A circulação dos textos literários. Autores representativos da literatura ocidental.

Bibliografia Básica:
FILHO, Domício Proença. A Linguagem Literária. São Paulo: Ática, 1986. Série Princípios.
CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
CANDIDO, Antônio. Literatura e sociedade. São Paulo: Nacional, 1967.
EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras,1994.
JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo:Ática, 1994.

Catalogação I
História e evolução das teorias da representação descritiva. Tipologia dos documentos. Leitura técnica do documento. Origem e evolução dos catálogos de biblioteca: conceituação, funções, tipos, fluxos de catalogação. Código de catalogação AACR2: formas de entradas autores, entidades coletivas, nomes geográficos e títulos uniformes. Listas de cabeçalhos de assunto.

Bibliografia Básica:
BARBOSA, Alice Príncipe. Novos rumos da catalogação. Rio de Janeiro: BNG: Brasilart,1978. 246 p.
CÓDIGO de catalogação anglo–americano. Preparado por The American Library Association et al. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983-1985. v. 2.
CRUZ, Ana Maria da Costa. Representação descritiva de documentos: estudos de iniciação. Rio de Janeiro: FEBAB, 1994. 162 p.
MENDES, Maria Tereza Reis. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro:
Interciência, 2002. 142 p.
MEY, Eliane S. A. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1995. 123 p.

Inglês Instrumental I
Técnicas de leituras: skimming e scanning. A estrutura textual. Micro e macroestrutura. Leitura e compreensão de textos gerais e específicos na área da informação.

Bibliografia básica:
ALLIANDRO, H. Dicionário Escolar Inglês Português, Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1995.
BIBER, D. et al. Longman Grammar of Spoken and Written English, New York: Longman, 2005.
GONÇALVES, F. Inglês Instrumental/Turismo, Porto Seguro:ISED, 2007.
GONÇALVES, F. Língua Inglesa – Curso Rápido de Conversação/Método Multiplicativo, Porto Seguro:CMPS, 1998.
GONÇALVES, F (Org.). Listening Comprehension Passages (Special English Programs (acompanham 4 CD´s de áudio), Washington/Londres:Voice of America/BBC, 2007.
HARTLEY, Bernard & VINEY, Peter. New American Streamline, Oxford University Press, 2005.
Longman Dictionary of English Language and Culture, New York: Longman, 2006.

MAURER, J & SCHOENBERG, I. True Colors – An EFL Course for real Communication (Basic A, 2, 3, 4), New York: Longman, 1999.
REVELL, R & STOTT, T. Highly recommended – English for the Hotel and Catering Industry, Hong Kong: Oxford University Press, 1998.
RICHARDS, J. New Interchange – English for International Communication (Intro B), Hong Kong:Cambridge University Press, 2003.

4ª PERÍODO

Catalogação II
Padrões e normas da representação descritiva. Notação de autor: uso do CUTTER e Tabela PHA. Catalogação e Controle Bibliográfico Universal. Formatos para automação e intercâmbio da catalogação. Base para implementação de sistemas informatizados CALCO, OCLC e outros. Redes de catalogação cooperativa.

Bibliografia Básica:
BARBOSA, Alice Príncipe Barbosa. Novos rumos da catalogação. Rio de Janeiro: BNG:Brasilart, 1978. 246 p.
CÓDIGO de catalogação anglo-americano. Preparado por the American Library  Association et al. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983-1985. v. 2.
FURRIE, Betty. O MARC bibliográfico: um guia introdutório: catalogação legível por computador. Trad. de Beatriz Valadares Cedón et al. Brasília, DF: Thesaurus, 2000. 95p.
MEY, Eliane S. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1995. 123 p.
RIBEIRO, Antônia M. de C. M. AACR 2: Anglo American cataloging rules, 2nd edition: descrição e pontos de acesso. 2. ed., ed. ver. e atual. Brasília, DF: Ed. do Autor, 2001. 577 p.

Fundamentos em Arquivologia
Fundamentos teóricos da arquivologia. Base conceitual da gestão de documentos. Tipos de Documentos. Instrumentos de Pesquisa. Arquivos empresariais em ambiente de qualidade.

Bibliografia básica:
ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998.
LOPES, Luis Carlos. A gestão da informação: as organizações, os arquivos e a informática aplicada. Rio de Janeiro: Arquivo Publico, 1997. 143 p.
Localização: FBC/UFRGS – 651.5 L864g
CURY, Antonio. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2005. ISBN 85-224-4058-1
ASSOCIAÇÃO DE ARQUIVISTAS DE SÃO PAULO. Bibliografia sobre arquivos: Gestão documental. Disponível em: http://www.arqsp.org.br/bibliogestao.htm. Acesso em: 30 ago. 2007.

Planejamento e Geração de Base de Dados
Conceituação e caracterização de Banco de Dados e Base de Dados. Metodologia de coleta e seleção de documentos. Cadeia de produção de Base de dados. Estrutura de Bases de Dados Bibliográficos. Sistema de recuperação de informação. Controle de Qualidade.

Bibliografia básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: ABNT, 2005. http://www.abnt.org.br/
BIREME- Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde. Organização Mundial da Saúde. WWWISIS: a world-wide web server for ISIS-databases. São Paulo, 2006.(ftp://ftp.bireme.br/ ) http://productos.bvsalud.org/html/pt/home.html
BLATTMANN, Ursula (Coord.) Cartão de referência: micro CDS/ISIS, versão 2.3. Florianópolis: ACB, [1994]. 8 p. (Elaborado por Araci I. Andrade, Claudia Luciane Alves da Silva, Fabrícia Fortes, Hulda de Oliveira, Vanusa Márcia Rocha e Ana Tristão) Disponível em:< http://www.ced.ufsc.br/~ursula/5351/folder.html >
BLATTMANN, Ursula, FACHIN, Gleisy R. B, RADOS, Gregório J.V. Recuperar a informação eletrônica pela Internet. Revista da ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.4, n.1, 1999. [18. Pain    el de Biblioteconomia em Santa Catarina] Disponível em: <http://www.ced.ufsc.br/~ursula/papers/buscanet.html>.
BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Livro Branco da Ciência, Tecnologia e Inovação. Brasília, 2002. [Conhecido como livro branco da Sociedade da Informação] Disponível em: < http://www.cgee.org.br/arquivos/livro_branco_cti.pdf >.
CÔRTE, Adelaide Ramos e; ALMEIDA, Iêda Muniz de, ROCHA, Eulina Gomes; LAGO, Wilma Garrido do. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma visão do cenário nacional. 2. ed. Revista e ampliada. São Paulo: POLIS, 2002.
HERNANDEZ, Carlos Alberto Mamede, FALCGO, Sérgio Dagnino. Aspectos relevantes no projeto de linguagem para acesso a base de dados bibliográficos. Ciência da Informação, Brasília, v. 17, n. 2, p. 119-121, jul./dez. 1988.
Hernández Arcediano, Adolfo. Manual de CDS/ISIS (Microisis) en versión HTM (http://pci204.cindoc.csic.es/general/CDS_Isis.htm). CINDOC.Disponível em: http://www.cindoc.csic.es/isis/indice.htm (Ultima atualização 15 jan. 2001) Indicação de URLs: http://www.cindoc.csic.es/isis/enlaces.htm
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA. IBICT. Formato IBICT: formato de intercâmbio bibliográfico e catalográfico. Brasília: IBICT, 1987. 349 p

Automação de Unidades de Informação
O processo de automação de unidades de informação planejamento, projeto e implantação da automação. Critérios de análise, seleção e aquisição de softwares e equipamentos. Avaliação de sistemas automatizados. Biblioteca virtual e digital. Interfaces e formatos de intercâmbio de informação. Planejamento e elaboração de base de dados.

Bibliografia Básica:
BARSOTI, Roberto. A Informática na Biblioteconomia e na Documentação. São Paulo :Polis, 1990, 127p.
KIMBER, R.I. Automation in libraries. Oxford: Pergamon, 1999.
RECORDER, Maria José, ABADAL, Ernest, CODINA, Luís. Informação eletrônica e novas tecnologias. São Paulo: Summus Editorial, 1995.
ROBREDO, Jaime & CUNHA, M. B. A. A Documentação hoje e amanhã. 2.ed. Brasília, ABDF, 1994.
ROWLEY, Jennifer. Biblioteca eletrônica. Trad. Briquet, Antonio Lemos de. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.
TEDD. A. An introduction to computer based library systems. Heyden, 1990.

Classificação I
Classificação conceitos, origem e evolução. Classificação do conhecimento. Origem e evolução dos sistemas de classificação Library of Congress, Colon Classification, Bliss, Brown, Cutter e Classification Research Group. Notação de autor.

Bibliografia Básica:
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria e prática dos sistemas de classificação bibliográfica. Rio de Janeiro : IBBD, 1969. 441p.
CAMPOS, Astério. O processo classificatório como fundamento das linguagens de indexação. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.6, n.1, p.1-8, jan./jun. 1978.
CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE CLASSIFICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA, 1976, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro : IBICT, 1979. 2v.
DEWEY, Melvil. Sistema de Classificación Decimal. Trad. de Jorge Aguayo. Albany : Forest Press, 1980. 3v.
GIGANTE, Maristela Cid. Os sistemas de classificação bibliográfica como interface biblioteca/usuário. Ci Inf. , Brasília, v.25, n.2, p.193-196, maio/ago. 1996.
LEHNUS, Donald J. Notação de autor: manual para bibliotecas. Trad. de Hagar Espanha Gomes. Rio de Janeiro : Brasilart, 1978. 83p.
MCILWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação decimal Universal. Tradução de Gercina Ângela Borém Lima.Brasília: IBICT, 1998.
MENDES, Edilze B. M. Visão panorâmica dos principais sistemas de classificação bibliográfica. Campinas : PUCCAMP/FABI, 1995.
PIEDADE, M. R. Introdução à teoria da classificação. Rio de Janeiro: Intenciência, 1977. 190p.
SILVA, Odilon Pereira da, GANIM, Fátima. Manual da CDU. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1994. 89p.
SOUZA, Sebastião. CDU: guia para utilização da edição padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: Thesaurus, 2001.
UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição padrão internacional em língua portuguesa. Tradução de Francisco F. L. de Albuquerque e Maria Thereza Guimarães F. de Albuquerque Brasília: IBICT, 1997. 1026p.

Administração de Unidades de Informação
Conceitos básicos da gestão da informação nas organizações. Elementos da gestão da informação: gerência, tecnologia, informação e ambiente. Administração de recursos informacionais como fator de competividade das organizações econômicas e sociais. Informação e processo de decisão empresarial. Habilidades e competência do gestor da informação. Princípios e funções administrativas em unidades de Informação. A unidade de informação enquanto organização. Tipos de unidades de informação. Formulação de políticas em unidades de informação. Administração de recursos humanos, financeiros e materiais em unidades de informação.

Bibliografia Básica:
BARSOTI, Roberto. A Informática na Biblioteconomia e na Documentação. São Paulo :Polis, 1990, 127p.
KIMBER, R.I. Automation in libraries. Oxford: Pergamon, 1999.
RECORDER, Maria José, ABADAL, Ernest, CODINA, Luís. Informação eletrônica e novas tecnologias. São Paulo: Summus Editorial, 1995.
ROBREDO, Jaime & CUNHA, M. B. A. A Documentação hoje e amanhã. 2.ed. Brasília, ABDF, 1994.
ROWLEY, Jennifer. Biblioteca eletrônica. Trad. Briquet, Antonio Lemos de. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.
TEDD. A. An introduction to computer based library systems. Heyden, 1990.

5ª PERÍODO

Classificação II
Classificação Decimal de Dewey – CDD princípios teóricos e práticos; histórico; estrutura; notação e tabelas auxiliares . Classificação Decimal Universal – CDU princípios teóricos e práticos; histórico; estrutura; notação e tabelas auxiliares.

Bibliografia Básica:
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria e prática dos sistemas de classificação bibliográfica. Rio de Janeiro: IBBD, 1969. 441p.
CAMPOS, Astério. O processo classificatório como fundamento das linguagens de indexação. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.6, n.1, p.1-8, jan./jun. 1978.
CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE CLASSIFICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA, 1976, Rio de
Janeiro. Anais… Rio de Janeiro : IBICT, 1979. 2v.
DEWEY, Melvil. Sistema de Classificación Decimal. Trad. de Jorge Aguayo. Albany: Forest Press, 1980. 3v.
GIGANTE, Maristela Cid. Os sistemas de classificação bibliográfica como interface biblioteca/usuário. Ci Inf., Brasília, v.25, n.2, p.193-196, maio/ago. 1996.
LEHNUS, Donald J. Notação de autor: manual para bibliotecas. Trad. de Hagar Espanha Gomes. Rio de Janeiro: Brasilart, 1978. 83p.
MCILWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação decimal Universal. Tradução de Gercina Ângela Borém Lima. Brasília: IBICT, 1998.
MENDES, Edilze B. M. Visão panorâmica dos principais sistemas de classificação bibliográfica. Campinas: PUCCAMP/FABI, 1995.
PIEDADE, M. R. Introdução à teoria da classificação. Rio de Janeiro: Intenciência, 1977. 190p.
SILVA, Odilon Pereira da, GANIM, Fátima. Manual da CDU. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 89p.
SOUZA, Sebastião. CDU: guia para utilização da edição padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: Thesaurus, 2001.
UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição padrão internacional em língua portuguesa. Tradução de Francisco F. L. de Albuquerque e Maria Thereza Guimarães F. de Albuqueque Brasília: IBICT, 1997. 1026p.

Estudo de Usos e Usuários da Informação
Conceituação e origem dos estudos de usuários da informação. Categorias de usuários de informação das diferentes áreas. Metodologias de estudo de comunidade e de usuários. Estudos de usuários e suas aplicações práticas. Elaboração de perfis de usuários.

Bibliografia Básica:
ABELLÁN, Joaquín Ruiz; ALONSO, Mônica Izquierodo; LUCAS, Tomás Piñera. Aportaciones em torno a los usuários em documentacion. Documentaión de las Ciências de la Informacion, [s.n], n. 21, 11-75, 1998.
AMARAL, Sueli A. do. Análise ambiental do GEOCINF. Ci. Inf.. Brasília, v. 18, n.2, p. 199- 206, jul./dez. 1989.
ARANGO, Dario A. Tecnologia e dependência. IN: TABAK, Fanny. Dependência tecnológica e desenvolvimento nacional. Rio de Janeiro: Pallas, 1975.
ARAÚJO, Luís César G. de. Organização e métodos: integrando comportamento, estrutura, tecnologia e estratégia. 3. ed. São Paulo : Atlas, 1992. 287 p. ARAÚJO, Vânia M. R. H. Usuários:uma visão do problema. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 3, n.2, p. 175-192, set. 1974
CUNHA, Murilho Bastos. Metodologia para estudos dos usuários de informação científica e tecnológica. Rev. Bib. de Brasília, Brasília, v. 10, n.2, p.5-19, 1982.
DANTAS, Marcos. Sistemas de informação: a evolução dos enfoques. Ci. Inf., Brasília, v.21, n. 3, p. 192-196, set./dez. 1992.
DNPM. Estudo de demanda de informação no setor geociências e tecnologia mineral. Ci. Inf.,Brasília, v. 15, n.1, p. 81-89, 1986.
HERNÁNDEZ, José A. (Coord.). Estategias y modelos para enseñar a usa la información: guia para docentes, bibliotecários y archiveros. Murcia: KR, 2000. 290 p. KREMER, J. Fluxo de informação entre engenheiros:uma revisão de literatura. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v.15, n.1, p. 7-41, 1980. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
OBERHOFER, Cecília Alves. Conceitos e princípios para avaliação de sistemas de informação. Ci. Inf., Brasília, v. 12, n.1, p. 45-51, jan./abr.. 1983.
RABELO, Odília C. P. O usuário nos currículos de biblioteconomia. Revista da Escola de Biblioteconomia e Documentação da UFMG, Belo Horizonte, v.10, n.20, p. 179-192, 1981.
RABELO, Odília Clark. Usuário:um campo em busca de sua identidade? Revista da escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 12, n.1, p.75-87, mar. 1983. VIEIRA, A. S. Repensando a biblioteconomia. Ci. Inf., Brasília, v. 12, n.2, p. 81-86, 1983. WITTER, Geraldina Porto. Aspectos psicológicos no relacionamento bibliotecário e usuário. Cie. Inf., Brasília, v.15, n.1, p. 33-37, jan./jun. 1986.

Formação e Desenvolvimento de Acervo
Conceituação e visão geral sobre a situação do desenvolvimento de coleções nas diferentes unidades de informação. A comunidade como fonte principal para o estabelecimento de objetivos. O desenvolvimento de coleções como um processo dinâmico. Estabelecimento de políticas para o desenvolvimento de coleções. Modelos de políticas. A seleção como processo técnico e intelectual. Princípios. Variações por tipo de unidade de informação. Seleção e temas correlatos. Censuras. Direitos autorais. Cooperação interbibliotecárias. Instrumentos auxiliares à seleção. Seleção de materiais não-bibliográficos. Organização do serviço de aquisição. Doação e permuta. Desbastamento. Avaliação de coleções. Preservação e conservação de acervos.

Bibliografia Básica:
ADORNO, Theodor W. Caprichos bibliográficos. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1991. __________. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1991.
CASTRO, Maria das Graças Monteiro. A indústria cultural e a produção do livro infantil. Inter-Ação; Rev. Fac. Educ. UFG, 27 (1): 115-130, jan./jun. 2002.
EPSTEIN, Jason. O negócio do livro: passado, presente e futuro do mercado editorial. Rio de Janeiro: Record, 2002.
LAJOLO, Marisa. Circulação e consumo do livro infantil brasileiro: um percurso de mercado. In: KHEDÉ, Sônia Salomão (org). Literatura infantil: um gênero polêmico. Porto Alegre: PUCCI, Bruno. Teoria crítica e educação. Petrópolis: Vozes, 1994.
SILVA, Ezequiel Theodoro. Leitura na escola e na biblioteca. São Paulo: Papirus, 1986.
__________. De olhos abertos. São Paulo : Ática, 1991.
VERGUEIRO, Waldomiro. Desenvolvimento de coleções. São Paulo : Pollis, 1989.
__________. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.

Psicologia das Relações Interpessoais
Processos de liderança. O indivíduo na organização. Cultura e comportamento organizacional. Elementos para análise lógica e social da: estrutura social, instituições, mudança social, opinião, atitudes, consciência, interdição, transgressão. Processo de socialização e processo de individualização. Canais interpessoais, intergrupais e massivos de informação. Estrutura e efeitos dos meios de comunicação. Barreiras psico-sociais ao processo de informação.

Bibliografia Básica:
ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. Massa. In: Temas básicos de sociologia. São Paulo:
Cultrix, 1973.
ADORNO, T. Comunicação e indústria cultural. São Paulo: T. A. Queiroz, 1987.
ADORNO, T. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
ARIES. P. Família e sociabilidade. In: História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Guanabara. 1986.
.BELTRÃO, L. A sociedade de massa. In: A sociedade de massa: comunicação e literatura. Petrópolis: Vozes, 1972.
BERGER, P. O indivíduo na sociedade. In: Perspectivas sociológicas. Petrópolis: Vozes, 19
BERGER, P. A sociedade no indivíduo. In: Perspectivas sociológicas. Petrópolis: Vozes,
1986.
COSTA, B.C. Indústria cultural: Análise crítica e suas possibilidade de revelar ou ocultar a realidade. In: PUCCI, B (org.). Teoria Critica e educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
D’ANDRÉA, F.F. Conceitos gerais. In: Desenvolvimento da personalidade. São Paulo: Difel, 1982.
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos. RJ: Zahar, 1994.
FROMM, E. Família e Autoridade. In: CAN EVACCI , M. Dialética da família. São Paulo:
Brasiliense, 1984.
FROMM, E. Consciência e sociedade industrial. In: FORACCHI, M.M. e MARTINS, J.S.
Sociologia e sociedade. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
GUARESCHI, P. Comunicação e teoria crítica. In: Comunicação e controle social. Petrópolis: Vozes, 1991.
IANNI, O .A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1993.
KA TZ, D. Formação de atitude e opinião pública. In: COHN, G. Comunicação e Indústria Culttural. São Paulo: T.A.Queiroz, 1987.
LAMBERT. W. A significação social das atitudes. In: Psicologia Social, Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
MUNIZ SODRÉ. A consciência e o olhar. In: A máquina de Nan;iso. São Paulo: Cortez, 1994.
RODRIGUES, A. Influência do comunicador no fenômeno de mudança de atitude. In: Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 1983.

6ª PERÍODO

Planejamento de Unidades de Informação
Planejamento de Unidades de Informação. Gestão, controle e garantia da qualidade. Projetos, programas, planos orçamentos. Marketing em unidades de informação. Planejamento bibliotecário. Planejamento estratégico.

Bibliografia básica:
ALMEIDA, Martinho I.R. Contribuição para a Introdução do Planejamento Estratégico. USP. São Paulo 1985, 172p.
BRASIL. Presidência da República. Secretaria de Administração Pública. Práticas SEDAP – Secretaria de Administração Pública. Brasília: SEDAP, 1988.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. CEDATE. Manual de Orientação para Planejamento da Rede Escolar no Meio Rural;1. grau. Regiões Norte e Centro-Oeste. Brasília,1983.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. CEDATE. Manual de Orientação para Planejamento da Rede Escolar em Áreas Urbanas, 1. Grau. Regiões Norte e Centro – Oeste. Brasília,1983.

Sistemas de Informações nas Organizações
Conceitos básicos da gestão da informação nas organizações. Elementos da Gestão da
Informação: gerência, tecnologia, informação e ambiente. Administração de recursos informacionais como fator de competividade das organizações econômicas e sociais. Informação e Processo de decisão empresarial. Habilidades e competência do Gestor da Informação.

Bibliografia Básica:
ÁVILA, H. A., SANTOS, M. P. S. Cenários: estudo de futuros alternativos. Ciência e Cultura, v. 41, n. 3, p. 241-249, março 1989
BARBOSA, R. R. Monitoração ambiental: uma visão interdisciplinar. Revista de Administração de Empresas, v. 32, n. 4, p. 42-53, dezembro 1997.
BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento da informação. Um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1998.
CHOO, Chun Wei. The knowing organization: how organizations use information to construct meaning, create knowledge, and make decisions. New York: Oxford University Press, 1997. cap.5. The management of choice organizations as decision making systems.
CRONIN, B. Esquemas conceituais e estratégicos para a gerência da informação. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG. v.19, n.2, p.195-220. set. 1990. DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da Informação. Por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998.
DAVENPORT, Thomas H. Reengenharia de Processos. Como inovar na empresa através da tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1994.
DEGEN, R. J. A importância estratégica e o funcionamento do serviço de inteligência empresarial. Revista de Administração de Empresas. v.26, n.1, p.77-84. jan./mar. 1984. DEGENT, R. J. A importância estratégica e o funcionamento do serviço de inteligência empresarial. Revista de Administração de Empresas, v. 26, n.1, p. 77-83, jan./mar. 1986.
FREITAS, H. A informação como ferramenta gerencial. Porto Alegre: Ortiz, 1993. MCGEE James, PRUSAK Laurence. Gerenciamento estratégico da informação. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
McGEE, James e PRUSAK Laurence. Gerenciamento Estratégico da Informação. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997.
MINTZBERG, H., AHLSTRAND, B., LAMPEL, J. Safari de estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2000.
NONAKA Ikujiro e TAKEUCHI Hirotaka. Criação de Conhecimento na Empresa. Como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1998.
PORTER, M. Estratégia competitiva: os conceitos centrais. Vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1989. Cap.1, p.1-23.
SAPIRO, A. Inteligência empresarial: a revolução informacional da ação competitiva. Revista de Administração de Empresas. v.33, n.3, p.106-117,mai./jun., 1993.
STEWART, Thomas A. Capital Intelectual. A nova vantagem competitiva das empresas. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1998.

Estágio Curricular I
Diagnóstico da Unidade de Informação, para levantamento dos recursos existentes. Treinamento Supervisionado em Unidades de Informação e/ou Sistemas de Informação para desenvolver habilidades e colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso, com ênfase em atividades relacionadas com a gestão, organização e tratamento do Acervo.

7ª PERÍODO

Gestão de multimeios
Documentação audiovisual: fundamentos e importância. Seleção e aquisição, armazenagem, conservação e preservação da documentação audiovisual. Representação descritiva e temática da documentação audiovisual.

Bibliografia Básica:
PAZIN, Rosina Alice. Indexação de multimeios. Curitiba: UFPR, 1993.
PEROTA, Maria Luiza Loures. Multimeios: seleção, aquisição, processamento, armazenagem, empréstimo. Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1991.

Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Definição do tema a ser desenvolvido como Trabalho de Conclusão de Curso e elaboração da proposta do Projeto de Pesquisa, sob a supervisão de um professor orientador, de um trabalho final de curso, de natureza monográfica, em forma de revisão de literatura, de projeto ou de relatório de experiência, que demonstre conhecimentos e/ou habilidades específicas e que reflita um aproveitamento geral do curso. Quando elaborado em equipe, requer, para os efeitos da avaliação, a comprovação da contribuição individual do estudante.

Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa participante. 2. Ed. SP: Brasiliense, 1991.
CYRANKA, Lúcia F. de Mendonça e SOUZA, Vânia Pinheiro de. Orientações para Normalização de Trabalhos Acadêmicos. 2. ed. Juiz de Fora: EDUFJF, 1996.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. SP: Atlas, 1996. HIRANO, Sedi (Org.). Pesquisa Social e planejamento. 2. Ed. SP.: T. A . Queiroz, 1988. IANNI, Octávio. Os Horizontes do Pensamento. In: A Sociedade Global. 6. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998, p.p. 165/182.
LAGNEAU, Gérard. A sociologia da publicidade. SP.: Cultrix, 1981.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 3. Ed. SP: Atlas, 1991.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2. ed. SP: Atlas, 1994.
MENDONÇA, Leda Moreira e ALESSANDRO, Walmirton Thadeu D’. Guia para apresentação de trabalhos técnico-científicos na UFG. Goiânia: Cegraf, 1997.
SARMENTO (Org.) Walney Moraes. Problemas de Metodologia nas Ciências Sociais. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1989.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 3. ed. SP: Editora Autores Associados, 1986.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 21. Ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

Estágio Curricular II
Elaboração e execução de projeto para uma Unidade de informação. Vivência da realidade de uma Unidade de Informação educacinal/social ou tecnológica/empresarial. para desenvolver habilidades e colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso, com ênfase em atividades relacionadas com a gestão, acesso e uso da informação.

8ª PERÍODO

Legislação e ética
Ética, legislação e organização profissional e da informação. Código do consumidor. Direitos autorais.

Bibliografia básica:
Conselho Federal de Biblioteconomima. Disponível em: <http://www.cfb.org.br/legislacao/resolucoes/Resolu%E7%E3o%20042-02.asp.
Nova Lei do Direito Autoral LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Disponível em: < www.revista.art.br/pdfs/lei-direito-autoral.pdf>

Elaboração do TCC
Elaboração do projeto de pesquisa em uma das duas ênfases oferecidas pelo curso, sob a orientação de um professor.

Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Pesquisa participante. 2. Ed. SP: Brasiliense, 1991. CYRANKA, Lúcia F. de Mendonça e SOUZA, Vânia Pinheiro de. Orientações para Normalização de Trabalhos Acadêmicos. 2. ed. Juiz de Fora: EDUFJF, 1996.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. SP: Atlas, 1996. HIRANO, Sedi (Org.). Pesquisa Social e planejamento. 2. Ed. SP.: T. A . Queiroz, 1988. IANNI, Octávio. Os Horizontes do Pensamento. In: A SOCIEDADE GLOBAL. 6. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998, p.p. 165/182.
LAGNEAU, Gérard. A sociologia da publicidade. SP.: Cultrix, 1981.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 1991.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2. ed. SP: Atlas, 1994.
MENDONÇA, Leda Moreira e ALESSANDRO, Walmirton Thadeu D’. Guia para apresentação de trabalhos técnico-científicos na UFG. Goiânia: Cegraf, 1997.
SARMENTO (Org.) Walney Moraes. Problemas de Metodologia nas Ciências Sociais. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1989.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 3. ed. SP: Editora Autores Associados, 1986.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 21. Ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

OPTATIVAS

Antropologia Cultural
O conceito de cultura. Etnocentrismo e relativismo cultural. . Etnia e gênero. Cultura brasileira e identidade nacional. O nacional e o regional. A globalização e as novas Identidades.
Bibliografia básica:
HOEBEL, E. Adamson e FROST, Everett L. Antropologia Cultural e Social. – Cap.10 [União e Casamento]. São Paulo: Cultrix, 1981. [p. 175-202].
LÉVI-STRAUSS, Claude. A Família. In.: SHAPIRO, Harry L. Homem, Cultura e Sociedade. São Paulo: fundo de Cultura, 1966. [309-333].
Bibliografia Indicada: LINTON, Ralph. O Homem: Uma Introdução à Antropologia. 3. ed. Cap.26 [Cultura e Personalidade]. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1959. [p.496-520].
BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. Lisboa: Edição Livros do Brasil, s/d.
SHAPIRO, Harry L. Homem, Cultura e Sociedade. São Paulo: fundo de Cultura, 1966. SILVA, Vagner Gonçalves da. Candomblé e Ubanda. Caminhos da devoção brasileira. São Paulo: Ática, 1994. [As Religiões na História].

História da Arte
Conceitos fundamentais de arte (estética). Manifestações artísticas. Evolução histórica das artes no mundo e no Brasil – enfocando o contexto social de cada período.

Leitura e Literatura Infanto-Juvenil
Leitura: natureza e funções. Leitor: motivação e interesse de leitura. Literatura infanto-juvenil: discussões sobre o gênero e panorama histórico. Formas literárias: características. Pesquisa escolar e biblioteca. A prática da leitura na Biblioteca.
Noção de criança e jovem na sociedade contemporânea. Os mecanismos da cultura como mediadores na interação social. A criança na produção cultural a ela destinada. Produção cultural: circunstâncias de produção e consumo. Análise dos bens culturais: áudio visual; HQ; tecnologias; livros escolares ou não entre outros.

Bibliografia Básica:
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1981.
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Rio de janeiro: Paz e Terra,1995.
BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2002.
___________. Obras ecolhidas: magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1993.
FEILITZEN, Cecília Von (org.) A criança e a mídia. São Paulo: Cortez, 2002.
KRAMER, Sônia (org.) Infância e educação infantil. São Paulo: Papirus, 1999.
___________.Infância e produção cultural. São Paulo: Papirus, 1998.
___________. Infância: fios e desafios da pesquisa. São Paulo: Papirus, 1996.
PERROTTI, Edmir. Confinamento cultural: infância e leitura. São Paulo: Summus Editorial, 1990.
PRIORE, Mary Del (Org.). História das crianças no Brasil. 2.ed. São Paulo: Editora Contexto, 2000.
PUCCI, Bruno (org.) Teoria crítica, estética e educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
SOUZA, Solange Jobim. Linguagem e infância. São Paulo: Papirus, 1994.
ZILBERMAN, Regina (org.) A produção cultural para a criança. 2.ed. Poto Alegre: Mercado Aberto, 1984.

Lingüística Documentária
Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagesn científicas. As concepções de linguagem. Os métodos da lingüística: língua, linguagem, texto e discurso como objetos de estudo

Bibliografia Básica:
CAMPOS, Maria Luíza de A. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. Niterói: EdUFF, 2001. 133 p.
CINTRA, Anna Maria Marques. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed, ver. E ampl. São Paulo: Polis, 1994. 92 p.
CUNHA, Isabel Maria R. Ferin. Do mito à análise documentária. São Paulo: Edusp, 1990. 163 p. (Teses; 11).
DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária. Niterói: Intertexto, 2002. 119 p.

Literaturas de Língua Portuguesa
Panorama da história de Portugal e dos países lusófonos; aspectos gerais da cultura portuguesa e da lusofonia. Apresentação dos períodos da literatura portuguesa. Estudo temático das obras fundamentais das literaturas de língua portuguesa: o império português – da construção à dissolução nas visões do colonizador e do colonizado. Identidade literária e cultural dos países de língua portuguesa na África e na Ásia.

Bibliografia Básica:
BERNARDES, José Augusto Cardoso. História crítica da literatura portuguesa. Lisboa: Verbo, 1999.
LEITE, Ana Mafalda. Literaturas africanas e formulações pós-coloniais. Lisboa: Colibri, 2003.
NICOLA, José de. Painel da literatura em língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 2006.SARAIVA, Antonio José; Lopes, Oscar. História da literatura portuguesa. 4.ed. Porto: Porto Editora, s.d.

Redes de Computadores
Conceitos. Funcionamento e estrutura de Redes. Internet. Intranet. Extranet. Internet 2.
Protocolos de comunicação.

Bibliografia Básica:
SOARES, Luiz Fernando Gomes e outros: “Redes de Computadores: Das LANs, MANs e WANs, às Redes ATM”. Última edição. Editora Campus;
COELHO, Paulo Eustáquio: “Projeto de Redes Locais com Cabeamento Estruturado”. Instituto Online (www.institutoonline.com.br), 2003.

Tesauros e ontologias
Aspectos teóricos do desenvolvimento de redes conceituais. Caracterização e tipologia de redes conceituais criadas para indexar e recuperar recursos (informações, documentos sonoros, visuais e textuais) em bases e bancos de dados organizados em espaços físicos e em espaços virtuais: tesauro, taxonomia, ontologia, classificação de assuntos. Abordagens teórico-metodológicas da análise conceitual: divisão lógica e predicação conceitual. Construção de estruturas conceituais: domínio conceitual, fontes e métodos de seleção de termos, relações conceituais, representação e avaliação de estruturas conceituais.

Bibliografia Básica

ALVARENGA, Lídia. A teoria do conceito revisitada em conexão com ontologias e metadados no contexto das bibliotecas tradicionais e digitais. Datagramazero- Revist. De Ciênc. Da Inf. – v. 2, n. 6, dez. 2001.
BIOLCHINI, Jorge Calmon de Almeida. Semântica na representação do conhecimento: do vocabulário controlado à ontologia. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, V, 2003, Belo Horizonte. Informação, conhecimento e transdisciplinaridade: anais … Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 2003. 21 p.
BORGES, Jorge Luis. A Biblioteca de Babel. In: _____. Obras Completas, 1. São Paulo: Globo, 2000. p. 516-523.
BORGES, Jorge Luis. O idioma analítico de John Wilkins. In: _____. Obras Completas, 2. São Paulo: Globo, 2000. p. 92-98.
BORGES, Mônica Erichsen Nassif et al.  Estudos cognitivos em Ciência da Informação. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. 15, 1. sem., 2003.
CAMPOS, M.L A. , M. L. A. Modelização de domínios de conhecimento: uma investigação de princípios fundamentais. Ci.Inf. Brasília, v. 33, n. 1, p. 22-32, jan./abril 2004.
DAHLBERG, Ingetraut .  Teoria do conceito.  Ciência da Informação, v. 7, n.2, p. 101-107, 1978.
DAHLBERG, Ingetraut . Knowlege organization and terminology: philisophical and linguistic bases.  Int. Classif., v. 19, n. 2. p. 65-71, 1992.
DAHLBERG, Ingetraut. Fundamentos teórico-conceituais da classificação.  Rev. Bibliotecon. Brasília, v.6, n.1, p. 9-21, jan./jun. 1978.
DAHLBERG, Ingetraut. Ontical structures and universal classification. Bangalore: Sarada Ranganathan Endowment for Library Science, 1987. (Sarada Ranganathan Lectures, 11)
DODEBEI, V. L. D. L. Construção de thesauri: experimento empírico para a coleta de termos em formação profissional.  Rio de Janeiro: IBICT, 1979. (Dissertação de Mestrado)
DODEBEI, V. L. D. L. TESAURO: linguagem de representação da memória documentária.  Niterói: Intertexto, Rio de Janeiro: Interciência, 2002.
GOMES, Hagar Espanha.  Elaboração de tesauro documentário: aspectos teóricos e práticos.  Rio de Janeiro, 1996. (versão preliminar)
GOMES, Hagar Espanha; CAMPOS, Maria Luiza de Almeida. Tesauro e normalização terminológica: o termo como base para intercâmbio de informações.  DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, v. 5, n.6 dez., 2004. (Artigo 2)
MANUAL de elaboração de tesauros monolingues.  Brasília, PNBU, 1990. 76p.
MOREIRA, Alexandra; ALVARENGA, Lídia; OLIVEIRA, Alcione de Paiva. O nível do conhecimento e os instrumentos de representação: tesauros e ontologias. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, v. 5, n.6 dez., 2004. (Artigo 1)
NOCETTI, Milton A. Línguas naturais e linguagens documentárias: traços inerentes e ocorrências de interação. Rev. Bibliotecon., Brasília, v.6, n.1, p. 23-37, jan./jun. 1978.
PIEDADE, Maria Antonieta Requião.  Introdução à teoria da classificação.  Rio de Janeiro: Interciência, 1983. p. 19-21.
RANGANATHAN, S.R. Prolegomena to Library classification.  BOMBAIM: Asia Publishing House, 1967.
SOERGEL, D.  Indexing languages and thesauri: construction and maintenance.  Los Angeles, Wiley-Becker & Hayes, 1974. 632 p.
TÁLAMO, Maria de Fátima G. Moreira et al.  Contribuição da terminologia para a elaboração de tesauros.  Ci. Inf., Brasília, v. 21, n. 3. p. 197-200, set./dez., 1992.
TÁLAMO, Maria de Fátima G. Moreira, LARA, Marilda G. O campo de lingüística documentária. Transinformação, Campinas, 18 (3): 203-211, set./dez., 2006.
VICKERY, B.C .  Thesaurus: a new word in documentation.  Journal of Documentation, v. 16, n.4, p.181-189, 1960.
VICKERY, B.C. Knowlege representation: a brief review.  Journal of Documentation, v. 42, n.3, p. 145-159, sep. 1986.
WANDERLEY, Manoel Adolpho. Linguagem documentária: acesso à informação.  Ci. Inf., Rio de Janeiro, v. 2, n. 2, p. 175-217, 1973.

Tópicos Especiais em Ciência da Informação

A Análise Documentária como ferramenta da Documentação: da análise (leitura) à síntese (representação condensada). Os aspectos teóricos e metodológicos da Análise Documentária – a leitura documentária e a elaboração de representações documentárias (resumo e indexação) de documentos escritos. O processo da Análise Documentária e a atuação da Lingüística. A problemática visual/verbal na Análise Documentária de Imagens. A aplicação de métodos e técnicas da análise documentária de textos escritos a documentos fotográficos.

Bibliografia Básica
CINTRA, Anna Maria M. Elementos de Lingüística para estudos de indexação. Ciência da Informação, Brasília, v. 12, n. 1, p. 5-22, 1983.
GUIMARÃES, José Augusto Chaves. A análise documentária no âmbito do tratamento da informação: elementos históricos e conceituais. In: RODRIGUES, Georgete M., LOPES, Ilza L. (orgs.). Organização e representação do conhecimento na perspectiva da Ciência da Informação. Brasília: Thesaurus, 2003, p. 100-117.
LACERDA, Aline L. Os sentidos da imagem: fotografias em arquivos pessoais. Acervo, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1/2, p. 41-54, jan./dez. 1993.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de Lemos, 1993.
LARA, Marilda L. G. A representação documentária: em jogo a significação. São Paulo, 1993a.

Gestão de Projetos

Apresentar ao aluno as técnicas de Gerenciamento de Projetos e as áreas de conhecimento envolvidas na aplicação destas técnicas. Proporcionar ao aluno uma visão da utilização destas técnicas nos Sistemas de informação.
Bibliografia Básica:
William R. Duncan, Director of Standards, PMBOK – A Guide to the Project Management Body of Knowledge, PMI – Project Management Institute, Four Campus Boulevard, Newton Square, PA 19073-3299, USA, 1.996
Kerzner, Harold; Project Management: A Systems Approach to Planning, Scheduling, and Controlling, ISBN: 0-471-39342-8, Seventh Edition, John Wiley & Sons Inc., 2.001

Leitura e atendimento em BRAILLE

A educação de pessoas cegas ou com baixa visão constitui-se primordialmente na análise e reflexão de suas reais necessidades. Para tanto, torna-se necessária a definição de cegueira e baixa visão; apresentar criticamente o enfoque oftalmológico; Tipos de visão e adaptações necessárias, bem como seus recursos pedagógicos; Acessibilidade ao conhecimento/ espaço físico. Aplicabilidade do conhecimento no trabalho desenvolvido com o aluno DV.

Bibliografia Básica
LIMA, Francisco José de, SILVA, José Aparecido da. O Tato: algumas considerações a respeito do sistema tátil de crianças cegas ou de visão subnormal. In: Instituto Benjamin Constant. Rio de Janeiro: IBCENTRO, ano 6/Número 17/Dezembro 2000.
MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental, Brasília, 1997. OCHAITA, Esperanza, ROSA, Alberto. Percepção, ação e conhecimentos em crianças cegas. In: COLL, César, PALACIOS, Jesús, MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e Educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1999.
TORRES, Íris, CORN, Anne Lesley. Deficiência visual e escola inclusive. Quando houver crianças deficientes da visão em sua sala de aula: sugestões para professores. In: Benjamin Constant. Rio de Janeiro: IBCENTRO, ano 4/nº 9/ Junho 1998.
VERÍSSIMO, Hildemar. Inclusão: a educação da pessoa com necessidades educativas especiais – velhos e novos paradigmas. IN: Benjamin Constant. Rio de Janeiro: IBCENTRO, ano 7/nº 18/ Abril 2001.
OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky – Aprendizado e desenvolvimento. Um processo sócio-histórico. Scipione. 1999.
DALL’ACQUA, Maria Júlia Canazza. Intervenção no ambiente escolar: estimulação visual de uma criança com visão subnormal ou baixa visão. São Paulo: Editora UNESP; 2002.
MAZZOTA, Marcos José Silveira. Educação especial no Brasil: História e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, 1999.
GIL, Marta (org). Cadernos da TV Escola, Brasília:MEC, n.1, 2000

Leitura e atendimento em LIBRAS

Discussão das principais vertentes, tendências e perspectivas dos Estudos Surdos, focalizando aspectos culturais, políticos, e lingüísticos. Problematizando a normalidade. A educação bilíngüe, ensino de Libras e a educação de surdos.  Cultura surda. Literatura surda.

Bibliografia Básica:
APPEL, R. & MUYSKEN, P.  Bilingüismo y contacto de lenguas.  Barcelona:  Ariel, 1987.
BANKS-LEITE, Luci e GALVÂO, Izabel (org). A Educação de um Selvagem: as experiências pedagógicas de Jean Itard. São Paulo: Cortez, 2000.
BARKER, Chris; GALASINSKI, Dariusz. Cultural Studies and Discurse Analysis.  London: Sage, 2001.
BHABHA, Homi.  O local da cultura. Trad.: Myriam Ávila; Eliana L. Reis; Gláucia Gonçalvez. 3a. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2005. (Humanitas)
COELHO, Orquídea (coord.). Perscrutar e escutar a surdez.  Portugal: Afrontamento, 2005.
DUSCHATZKY, Silvia; SKLIAR, Carlos. O nome dos outros. Narrando a alteridade na cultura e na educação. In: LARROSA, Jorge; SKLIAR, Carlos. Habitantes de Babel.  Políticas e poéticas da diferença. Belo Horizonte: Autêntica, 2001, p. 119 – 138.
HALL, Stuart.  Identidades Culturais na Pós-Modernidade.  Tradução:  Tomaz Tadeu da Silva, Guacira Lopes Louro.Rio de Janeiro:  DP&A, 1997.
LANE, Harlan. A máscara da benevolência: a comunidade surda amordaçada. Tradução: Cristina Reis. Portugal: Instituto Piaget. 1992.
LARA FERRE, Núria Pérez. Identidade, diferença e diversidade: manter viva a pergunta. In:  LARROSA, Jorge; SKLIAR, Carlos. Habitantes de Babel. Política e poética da diferença. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. P. 105-118.
PADDEN, Carol, HUMPHRIES, Tom. Deaf in America: voices from a culture. Cambridge: Harvard University Press, 1988.
PONTO DE VISTA: Revista de Educação e processos inclusivos. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Educação. n. 5, Florianópolis: NUP/CED, 2003.
QUADROS, Ronice Müller de e SUTTON-SPENCE, Rachel.  Poesia em Língua de Sinais: Traços da Identidade Surda. In: Quadros, Ronice Muller de (org.). Estudos Surdos I – Série Pesquisas. Petrópolis: Rio de Janeiro, Editora Arara Azul, 2006.  Disponível em: http://www.editora-arara-azul.com.br/ParteA.pdf
RICENTO, Thomas & WILEY, Terrence G. Journal of Language, Identity, and Education.  London:  LEA, vol. 1, nº 1, 2002.
SKLIAR Carlos. A invenção e a exclusão da alteridade ‘deficiente’ a partir dos significados da normalidade. In: Educação e Realidade. V.24 n. 2, jul/dez 1999. P.15-32.
SKLIAR, Carlos (org) .Uma perspectiva sócio-histórica sobre a psicologia e a educação dos surdos. In: _____. (org.). Educação e exclusão: abordagens sócio-antropológicas em educação especial. Porto Alegre: Mediação, 1997.
SKLIAR, Carlos (org). Atualidades da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre: Mediação, 1999.

Marketing para Unidades de Informação
Conceitos básicos e evolução dos princípios de marketing. Ambientes organizacional (interno e externo). Sistemas de informação de marketing. Marketing cultural e de serviços. Política de marketing identidade de serviços e de unidades de informação. Competências do profissional da informação para o marketing.

Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1983. 617 p.
COBRA, Marcos. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 1990.
__________. Marketing básico. São Paulo: Atlas, 1991.
EDUCACÓN Y BIBLIOTECA. Marketing para bibliotecas. Madrid: TILDE, v. 9, n. 78, abr. 1997. 66 p. Dossier: Marketing para bibliotecas.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. Trad. Ailton Bomfim Brandão. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998. 725 p.
__________. Marketing para organizações que não visam lucros. São Paulo: Atlas, 1988.
LIMA, Regina Célia Montenegro. Marketing, informação e bibliotecas. In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTACIÓN, 1994, Belo Horizonte. Anais…Belo Horizonte: ABMG, 1994. P. 510 – 523.
LOBOS, Júlio. Encantando o cliente. São Paulo: J. Lobos, 1993.
MARTÍNEZ, Lucila; CALVI, Gian. Biblioteca escola criativa: estratégias para uma gerência renovadora das bibliotecas públicas e escolares. Petrópolis: Autores & Agentes & Associados, 1994. 93 p.
MUYLAERT, Roberto. Marketing cultural & comunicação dirigida. São Paulo: Globo, 1993. 292 p.
NAVARRO, Celia Chain. Gestión de información en las organizaciones. Murcia: Librero, 1997. 174 p.
RICHERS, Raiman. O que é marketing. 15. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. 107 p. SCHILLER, Herbert I. Información y economia en tiempo de crisis. Madrid: Fundesco, 1984. 143p.
SILVEIRA, Amélia, AMARAL, Sueli (comp.). Marketing em unidades de informações: estudos brasileiros. Florianópolis: UFSC, 1992.
SOUZA, Francisco das Chagas de. Biblioteconomia, educação e sociedade. Florianópolis: UFSC, 1993. 102 P.

Planejamento Gráfico Visual
O espaço gráfico e seus elementos de expressão: diagrama, imagem, tipologia e cor. O projeto gráfico: conceito e produção. A relação entre a forma e o conteúdo editorial. Técnicas de representação e de reprodução: pré-impressão, acabamento e papéis. Desenvolvimento de projeto gráfico: jornal, revista e folder. Computação gráfica.

Bibliografia Básica;
CRAIG, James – Produção gráfica. Nobel, São Paulo, 1987.
FOLHA DE SÃO PAULO – Novo manual da redação. FSP, São Paulo, 1990.
RIBEIRO, Milton. Planejamento visual gráfico, Brasília, Linha gráfica, 1998.
HURLBURT, Allen. The grid, NY, Van Nostrand Reinholdco, 1978.
JÚNIOR, José Ferreira. Capas de Jornal, São Paulo, Senac, 2002.

Políticas Públicas: Educação e Cultura
A constituição dos processos educacionais no âmbito da sociedade e da cultura, partindo da contribuição de diferentes áreas do conhecimento: Filosofia, Psicologia, História, Sociologia, Biologia. A organização e coordenação do trabalho pedagógico e à gestão educacional: políticas públicas educacionais, projeto político-pedagógico, gestão democrática, planejamento, currículo e avaliação educacional.
Informação social produção, circulação e divulgação. Sistemas de produção cultural.  Administração das ações culturais. O papel do Estado e atuação da sociedade civil diante da cultura. Políticas culturais e educacionais no Brasil. Educação, informação e cultura.
Panorama histórico de educação no país. Processos educativos em sistemas de informação social. A literatura enquanto instrumento de educação em sistemas de informação social.

Bibliografia Básica:
BUFFA, Ester Etalü. Educação e Cidadania. São Paulo: Cortez, 1996.
CARVALHO, Adalberto Dias. Em Torno do Estatuto da Filosofia da Educação. In: Epistemologia das Ciências Humanas. Porto: Edições Aprofundamento, 1996.
FREIRE, PAULO. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
__________. Educação e Mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
__________. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996 (Coleção Leitura).
FREITAG, Bárbara. Escola, Estado e Sociedade. São Paulo: EDART, 1977.
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
Tura, Maria de Lourdes Rangel (org). Sociologia para educadores. Rio de Janeiro. Quartet. 2002.
GHIRALDELLI, Paulo. Didática e teorias educacionais. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
VEIGA, Ilma P. A. (Org.) Repensando a Didática. Campinas: Papirus, 1989.
__________. (Org). Projeto político – pedagógico da escola. Campinas: Papirus, 1995.
__________. (Org). Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996.
ABREU, Márcia (org.). Leitura, história e história da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2001.
LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. O preço da leitura. São Paulo: Ed. Ática. 2001. Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394 de 20/12/96.
SAVIANI, Dermeval. Da Nova LDB ao Novo Plano Nacional de Educação: Por uma outra
Política Educacional. Campinas: Autores Associados, 1998.
GRANDIN, Danilo. Escola e Transformação Social. Petrópolis: Vozes, 1998.
GUTIÈRREZ, Francisco. Educação como Práxis Política. São Paulo: Summus Editorial, 1998.
FERREIRA, N.S.C. Gestão democrática na educação: atuais tendências, novos desafios. São Paulo: Cortez, 1998.
PARO, V.H. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 1998.
VEIGA, I.P.A. Escola – espaço do projeto político-pedagógico. Campinas: Papirus, 1998.
BARRETO, Raquel Goulart (org). Tecnologias Educacionais e educação a distância:
avaliando políticas e práticas. RJ: Quartet, 2001.
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, SP: Papirus, 2003.
PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro. Campinas, SP: Papirus, 1996. SETZER, Valdemar W. Meios eletrônicos e educação: uma visão alternativa. SP: Escrituras editora, 2001. (Coleção Ensaios Transversais).
TAKAHASHI, Tadao, et al. (coord.). Sociedade da Informação no Brasil: livro verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000.
ZUIN, Antônio Álvares Soares. Indústria Cultural e Educação: o novo canto da sereia. Campinas, SP: Novos Autores Associados, 1999.

Restauração e Conservação de Documentação
Concepção. Teoria, prática e ética da conservação-restauração; conceituação; normalização. A cooperação internacional e a preservação de documentos; conservação preventiva. A restauração: método curativo e fase final do tratamento do documento.

Bibliografia Básica:
CAMARGO, A. M. A., BELLOTTO, H. L. (coord.) Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: AAB, 1996.
CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000, p. 15. Projeto Como Fazer nº 5.
CORUJEIRA, Lindaura Alban.  Conservação e restauração de livros e documentos (apostila). [Salvador] : s.n.,  s.d.  12p.
GONÇALVES, N. P. S.  A conservação preventiva na guarda de publicações oficiais.  R. Bibliotecon. Brasília, Brasília, v.17, n.2, p.155-171. Jul./dez. 1989.
GRANDIZOLLI, Elizabete Ferreira.  Anotações de atividades práticas de restauração e encadernação.  Maringá: s.n., 2000. 5p.